segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Base de dados de ADN dos portugueses


Após dois anos de ter sido anunciado o inicio do desenvolvimento da base de dados de informação genética (ADN)  dos cidadãos portugueses, ainda não foi inserida nenhuma informação na mesma. Segundo explica o professor Francisco Corte-Real, do Instituto de Medicina Legal, a Luso. Este atraso deve-se a forma prudente como assunto foi tratado em Portugal.
O inicio da inserção de informação genética na base de dados já tem nova data prevista para o inicio no ano que se avizinha.
Esta nova plataforma, quando pronta, ira desempenhar uma função importante na investigação criminal e identificação de civis.

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domingo, 6 de dezembro de 2009

Cimeira do clima falada a 192 vozes


Cimeira do clima falada a 192 vozes
Tudo pronto para acolher os líderes mundiais
 
De amanhã até dia 18, muita água correrá debaixo das pontes e terá de ser partida ainda muita pedra sobre as mesas de negociação em Copenhaga.
É ali que convergem os representantes técnicos e políticos de 192 países. Objectivo: estabelecer plataformas de responsabilidades mútuas para deixar subir pouco, e depois diminuir mesmo, as emissões dos gases com efeito de estufa (GEE). Estes são, na verdade, os maus da fita: o óxido nitroso, o metano e aquele que tem mais fama de entre todos, o dióxido de carbono (CO2).
Ao aumento da concentração desses gases na atmosfera por acção humana é imputado o aumento médio da temperatura global, a um ritmo e intensidade que o planeta só suportará à custa de grandes alterações de todo o clima e dos sistemas vivos que dele dependem. O dedo da Humanidade está aqui impresso, diz quase em uníssono a comunidade científica. E a Humanidade pode vir a sofrer os impactos do aquecimento em todos os aspectos da sua vida e desenvolvimento.
Há cerca de duas décadas que a questão começou relutantemente a ser assumida pelos governantes, após o protagonismo encetado por movimentos ambientalistas, com ouvidos dados a estudos de múltiplos grupos científicos. A chancela das Nações Unidas às questões climáticas viria, depois, pôr na agenda internacional a emergência de os países acordarem acções destinadas a conter o aumento das temperaturas. As emissões de GEE, sobretudo da indústria e transportes, passaram a estar no centro da procura de compromissos. Mas também outras acções com impacto na atmosfera e restantes sistemas da Terra, como a desflorestação. Tudo isso continuará sobre as mesas de negociação de Copenhaga.
Debates  técnicos e acertos diplomáticos ocupam primeira semana da COP15. Taxas de redução do CO2 estão no centro das negociações. 
Ricos, pobres e aqueles que procuram no maior desenvolvimento industrial um remédio para os seus males. Blocos de países e potências isoladas. Os que já poluíram muito, pouco ou nada. Os que já estão com os pés molhados ou à míngua de água. Toda a diversidade mundial de situações converge em Copenhaga para discutir sobre o clima e como será o futuro da Terra. Porque esta está a aquecer por intervenção humana, garantem os cientistas.
Por blocos de interesses ou individualmente, os 192 países vão negociar em especial as taxas de redução do carbono (CO2), datas desse compromisso, contrapartidas, sistemas de compra e venda de emissões entre economias que não atingem ou que ultrapassam tectos fixados, e tecnologias mais verdes. Em causa estará também o ano em que, globalmente, as emissões têm de entrar em queda significativa.
Há um objectivo expresso ditado pelas contas dos cientistas: evitar que a temperatura escale para mais de dois graus centígrados até final do século, comparativamente a mais de 100 anos atrás. Resta definir como.
A COP15 (Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, na sua 15ª reunião magna) leva à capital da Dinamarca um leque de propostas mais arrojadas de redução dos Gases com Efeito de Estufa (GEE) do que as contidas no Protocolo de Quioto para os países industrializados. Estes, ao todo 37, tinham-se comprometido a reduzir, entre 2008 e 2012, as emissões em 5,2% face aos valores de 1990.
Como meta mais longínqua, esse grupo deveria preparar-se para reduzir entre 25 a 40% em 2020. A outro núcleo de países, foi admitido um grau de esforço diferenciado, de acordo com o seu desenvolvimento.
Mas nem todos os grandes poluidores entraram nesta agenda, caso dos EUA, e mesmo alguns subscritores acabaram por reduzir menos que o prometido. Isto, apesar de a crise económica ou a desarticulação de poderios industriais (caso do antigo Bloco de Leste) com tecnologia obsoleta terem amainado o crescimento galopante das emissões. O maior volume destas tem origem nos processos de queima dos combustíveis fósseis, como o carvão, o gás e tudo o que faz mover os transportes e o grosso dos processos de fabrico industrial e de produção de energia.
No cômputo global para a atmosfera, a verdade é que as emissões vêm aumentando, não só em volume de carbono, como de metano e outros dos gases que mais contribuem para a subida das temperaturas. Até agora, os esforços apenas permitiram que o ritmo da concentração de gases na atmosfera não fosse ainda mais acelerado.
E uma das negociações em causa na agenda de Copenhaga consiste em fixar o ano em que essas emissões não mais poderão ultrapassar uma fasquia, sob o risco de o clima atingir um ponto de não-retorno, em que nenhuma medida de remedeio poderá fazer parar uma cascata de danos a todos os sistemas terrestres.
A cimeira de Copenhaga vai ter sobre a mesa uma proposta que tem por base os cenários traçados pelo Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas. Segundo esses dados, para que o aumento da temperatura global não ultrapasse os dois graus, o pico das emissões não pode ocorrer além de 2020 e terá de atingir-se uma redução para metade a meio do século.
Os países de economias emergentes, invocando a necessidade de dar às suas populações pelo menos o nível de desenvolvimento que blocos como o europeu alcançaram em mais de 150 anos de Revolução Industrial, à custa de muita poluição, consideram que não deverão ser eles a pagar agora a factura.
Já a Europa se assumiu, e assume, como a região com metas mais ambiciosas nas taxas de redução e calendário. O relatório mais recente da Comissão Europeia proclama que será cumprido o objectivo de cortar em 8% as emissões, pelo menos pelo conjunto da União Europeia (UE) a 15. Dez de entre os outros 12 parceiros reduzirão o CO2 entre 6% a 8% até 2012. Malta e Chipre não se comprometeram com metas.
A UE tem sido a voz mais exigente quanto à redução dos GEE, desafiando outros blocos de países a segui-la nas suas promessas para pós-Quioto. Assim, lança como metas uma redução de pelo menos 20% ou até 30% a conseguir em 2020, face aos níveis de 1990.
Índia e China são os que mais ficam pé nesta posição. O último destes países igualou agora o cômputo das emissões dos EUA e usa um argumento: se as contas fossem feitas per capita não estaria a passar para a primeira posição das emissões GEE; além disso, tem ainda muita da sua população na pobreza. Daí as suas últimas propostas a Copenhaga: os cálculos devem ser feitos por unidade de conta designada intensidade carbónica, ou seja, o carbono emitido por relação ao Produto Interno Bruto (PIB).
A Índia segue quase o mesmo critério de reivindicação, que inclui ajuda dos ricos para medidas de mitigação através de tecnologias limpas. Não foi só por agenda antecipada que, nas últimas duas semanas, tanto a UE como os EUA andaram num corrupio de cimeiras com aqueles dois países em que, a par das grandes questões do mercado e das políticas do nuclear, foram abordadas ajudas tecnológicas para um desenvolvimento com menos carbono. Já antes dessas andanças diplomáticas, a Rússia também tinha sido interlocutora da UE e dos EUA, ela que fora muito reticente ao Protocolo de Quioto, subscrevendo-o mais tarde que os restantes parceiros.
Presentemente, os principais emissores de CO2 por volume total, ordenam-se da seguinte maneira, por ordem decrescente: China, EUA, Rússia e Índia. Os dois primeiros inverteram as posições muito recentemente. A Austrália também surge em posição de destaque, bem como o Canadá e a UE, os dois últimos a dar passos significativos para a redução e defendendo metas com calendários.
Quem deve pagar a factura: é nesta tónica que insiste o Brasil, assumindo também a voz de muitos países em desenvolvimento, aos quais tem sido imputada a responsabilidade de manter as manchas de floresta que funcionam como sumidouro natural do CO2 que outros vão emitindo com maior intensidade. Esses países distribuem-se por toda a cintura equatorial. Não aceitam que o mundo industrializado lhes aponte o dedo da desflorestação. Afinal, as suas populações têm de viver, se bem que com a mínima fracção dos ganhos com a madeira, das gigantescas pecuárias ou as extensões de cultivo da soja e palma. O maior lucro acaba sedeado noutros pontos do globo.
A Amazónia, o sudoeste asiático e África dão voz a estas queixas. África, por exemplo, emite apenas cerca de 4% do carbono que sai para a atmosfera com origem em actividades humanas. Haja, portanto, compensações, reclamam, no que estão a ser incentivados pela aliança improvável entre os presidentes do Brasil e da França.
Em direcção aos ricos, a maré de reivindicações não pára por aqui. Veja-se o caso de muitos arquipélagos, nomeadamente da Oceania e Índico. A manter-se o nível de degelo dos glaciares, a água subirá até chegar ao pescoço das suas populações. Em alguns casos, como as Maldivas, os governantes estão a accionar a pesquisa de locais onde o país se possa refundar com soberania e pés enxutos. O pequeno reino de Tuvalu é outro dos que mais alarmes lança para a comunidade internacional.
Mas, mesmo que territórios nacionais estejam fincados num sub-continente aparentemente firme, como é o caso do Bangladesh, o aquecimento pode ser devastador para milhões de entre a sua população. Estima-se que aquele país possa perder 17% do território, logo onde mais gente está concentrada, devido a um efeito conjugado da subida do nível dos oceanos e do degelo dos glaciares do Himalaia, onde o fenómeno se intensifica há anos, tal como acontece nas calotes polares, nos Alpes e no Quilimanjaro.
A água e a falta dela noutras regiões do Mundo, com a ameaça de perdas de vidas e colapso de economias baseadas na agricultura, juntam-se aos fenómenos climáticos extremos como as cheias, que transformarão mais milhões de pessoas em "refugiados ambientais", uma realidade para que as Nações Unidas têm vindo a alertar como das mais dramáticas consequências do aquecimento global.

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Alunos vêem porno no Magalhães

Vários alunos de uma escola básica da Maia foram vistos a navegar em sitescom conteúdos pornográfico. A password do controlo parental foi descoberta no Google.



Alunos vêem porno no Magalhães
A Câmara Municipal vai avançar com uma formação para pais e encarregados de educação. De acordo com a notícia do Jornal de Notícias, a situação alarmou a comunidade escolar.
Os códigos e passwords para os Magalhães são iguais para todos e qualquer criança familiarizada com a Informática consegue encontrá-los rapidamente na Internet.
Para já, os professores tiveram uma formação sobre os riscos inerentes à utilização do Magalhães. Cada docente tem também agora a responsabilidade de dar uma formação gratuita aos pais. Vão ser marcadas ainda formações sobre blogues, telemóveis e e-mail.
A verdade é que muitos pais vêm à redacção da Exame Informática com um pedido comum: "desbloqueiem-me aqui o computador para o miúdo poder navegar à vontade na Internet".

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O mistério da caneta BIC

O mistério da caneta BIC

Acredito que sempre que pensamos em "caneta", temos uma imagem projetada em nossa mente, a qual diz respeito às famosas canetas BIC.Esta marca de canetas, que investe pouquíssimo em propaganda, fixou uma imagem muito forte diante a tantas outras marcas e modelos. Você já se perguntou como isso aconteceu?



Certamente responderá que, por esta ser uma caneta barata,simples e de fácil acesso, tornou-se "convencional" o seu uso no dia-a-dia, desde a escola até a empresa onde trabalha. Pois bem, a resposta não é assim tão simples!

Documentos secretos encontrados no final do ano de 2001 indicam um envolvimento direto da NASA com a BIC. Também foram encontrados documentos oficiais da NASA, onde estavam registrados estudos sobre uma possível invasão de sondas extraterrestres no Planeta Terra.

Acredite ou não,estamos sendo vigiados a anos sem percepção alguma. De fato conclui-se que as canetas BIC são sem sombra de dúvida sondas extraterrestres que nos inspecionam diariamente, desde nossa infância até hoje, em casa, na escola, na universidade, nos hospitais, no trabalho, em tudo. Certamente você está exposto a uma caneta BIC neste exato momento;

Olhe ao seu lado, dificilmente num raio de 15 metros não haverá uma sonda. Agora pense comigo:

Ao nascer você é registrado com uma caneta, ao entrar para a escola/universidade também, tudo o que você escreve, desde estudos até cartas de amor é escrito com uma caneta, ou seja, estes seres que nos observam sabem de absolutamente TUDO sobre TODOS. O verdadeiro significado da marca BIC é: Big Inspekto Center (ou Centro de Grandes Inspeções). No logotipo da BIC notamos um alien tentando esconder atrás dele seu maior segredo: uma caneta que pode contar toda a história de todos os tempos (simbolizado pelo traço preto atrás do alien).

Vejamos agora algumas dicas que nos levam a propor esta idéia:

- As canetas BIC são facilmente encontradas para serem vendidas, porém depois que você já a possui, ela sempre aparece em diferentes locais e você nunca se questiona se realmente havia deixado onde encontrou.

- Mesmo que você compre apenas uma caneta BIC, certamente encontrará várias no local onde a deixar.

- Elas se multiplicam rapidamente, sem ser perceptível a nós dotados de uma visão banal para a visão alienígena.

- Após poucos meses, a caneta que você havia comprado, simplesmente desaparece. Isso é facilmente decifrável se pensarmos da seguinte maneira: tudo necessita de energia para sobreviver (o homem, o carro, as plantas, sua TV), e ao acabar esta energia, ela precisa ser reposta.

Assim, as sondas BIC tem um período de vida curto, visto que quando se encontram gastas, elas simplesmente se desintegram para uma possível recarga.

A mensagem que quero deixar é que você tenha muito cuidado ao se deparar com estas canetas-sondas, principalmente com as Sondas mais avançadas, vulgarmente chamadas de BIC 4 Cores, BIC 2 CORES ou mesmo a tão temida e perigosa BIC VERDE! Esta última jamais deve ser colocada (presa) em cima da orelha, pois além de enviar dados e formações sobre você para os alienígenas consegue influenciar de maneira drástica sua forma de pensar, tornando-o um escravo a serviço alienígena.

Torno a repetir: CUIDADO COM A MANIPULAÇÃO ALIEN! Já estamos todos envolvidos nisso. Tentar qualquer forma de fuga ou apatia não é aconselhável. Saiba lidar com elas! Desta forma acredito que não mais estaremos expostos a uma ideologia alien, e poderemos defender o que realmente pertence a nós: o Planeta Terra!

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Foi você que pediu um iPhone 3GS que custa 2 milhões de euros?


O designer Stuart Hughes criou um iPhone 3GS que custa quase dois milhões de euros.

Foi você que pediu um iPhone 3GS que custa 2 milhões de euros?
Não bastasse o revestimento em 22 quilates de puro ouro, o iPhone 3GS mais caro do mundo conta com nada mais nada menos do que 190 pequenos diamantes. Para guardar esta preciosidade dos amigos do alheio, o designer ainda fez uma bela caixinha de granito.
O que acha? Quantos se vão vender para Portugal?

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Nokia vai lançar apenas um telefone Linux e não vende fábricas


A Nokia tenciona lançar apenas um smartphone com o sistema operativo Linux em 2010 e, ao contrário de rumores, não vai vender qualquer fábrica.

Nokia vai lançar apenas um telefone Linux e não vende fábricas
O rumor da possível venda das fábricas de terminais foi lançado por um dos principais responsáveis da área de marketing da Nokia que disse à revista alemã,Wirtschaftswoche, que a empresa não colocava de parte a venda dessas instalações.No entanto, um porta-voz da Nokia já desmentiu o facto, à agênciaReuters, afirmando que não está nos planos da empresa vender as fábricas.O facto de ser agora confirmado que só vai existir um novo smartphone com a plataforma Maemo em 2010, desmente, também, a ideia de que a Nokia poderia estar a pensar abandonar o Symbian e reformular todo o portefólio.

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